stella sempre amava demais, pra ela nao era defeito nem qualidade amar demais. ela nunca se importou com isso. ela apenas amava demais e pronto. só que as pessoas se acustumavam com isso, e seu amor nao valia nada. ela não recebia um sorriso em troca, nem um carinho. e ela também nunca se importou com isso. ela não fazia nada esperando algo em troca, só que seu coração foi ficando frio com tudo isso. e duro. e seco. e as manhãs eram revertidas a chocolate com cigarro, e as noitas a base de vodka eram pra esquecer. e seu corpo já não era bonito, sua voz não era encantadora mais.
stella começou a sentir raiva de amar, de achar que sempre sofreria, e começou a criar muros e barreiras ao amor. e o amor tentava entrar e ela o explusava pra fora de seu coração.ela já não acreditava mais em amor, achava que era tudo uma questão de tempo para sofrer e sofrer.
e me diz um remédio para stella. me diz qual a forma certa de amar, de se entregar. porque para ela isso não existe mais. minto. existe sim, mais está diminuindo cada dia mais, cada segundo mais. e onde isso vai parar? talvez em um chão gelado ao lado de uma caixa de aspirinas vazia.
e quem vai acha-la lá ? como alguem vai procura-la, se nem sabem que está desaparecida. ninguem nota, ninguem liga.
aah stella.
22 dezembro 2008
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Um comentário:
Para um ser amado há um que tem que amar... e há sempre um que ama mais é inevitável.
beijinho
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